1 de abril de 2009

Elas são rápidas, inteligentes e irreverentes!

amigos13

Desde março, partilho as aulas com os alunos do curso normal em nível médio! Uma delícia!

É verdade: uma mudança grande - desafiadora! inesperada! , antes trabalhava na educação de jovens e adultos.

Até minhas horas de sono ainda estão em sobressalto…

Não, os alunos não me tiram o sono! Como não trabalhava de manhã… as madrugadas eram de muita leitura… e, agora, quem diz que consigo dormir cedo?!!!!

Tudo isso é para falar que meu foco, agora, está, também, sobre ensino fundamental, especialmente os anos iniciais… novas descobertas…

Temos feito boas reflexões… estamos, também, construindo um blog: Espichando a conversa!

Um dos textos que vou levar para debate, encontrei no jornal Zero Hora, do dia 30/03/09, escrito pela filósofa Eliani Gracez Nedel: “Crianças Índigo”.
A criança índigo é rápida, inteligente e irreverente, aberta para novas descobertas. Por isso, ela não aceita o uso de métodos ultrapassados como fonte de aprendizado. O índigo tem um pé no presente e outro no futuro. O problema é quando ele tem por educador alguém com os dois pés no passado, alguém que ainda não percebeu que a mudança é a tônica do presente. A nova criança está preparada para sobreviver. Sua mente estará à frente de novas descobertas e de toda a tecnologia que ainda está para surgir.
Que métodos ultrapassados? Que mudanças percebemos? Qual o papel do (a) professor(a)?

Esse texto se embolou com uma questão pessoal: a escola em que meu filho estuda nos indicou uma consulta com especialista para avaliar hiperatividade?!

Vamos ver o vai dar!!!

Como nunca antes tinha lido a expressão (ou classificação? mais uma?) índigo (só referente ao velho, bom e surrado índigo blue!), fui atrás. Aqui e aqui há um pouco mais sobre esse tema…

*** *** *** *** ***

Só para complementar: a querida amiga e, agora blogueira (visitem o HB blogando), Andrea deixou um comentário que expressa o que eu gostaria de ter dito e não disse: "vejo que estes educadores com os dois pés cravados no passado, não fazem mal apenas aos (às) meninos(as) índigo, fazem mal a uma geração crianças saudáveis, espertas e inteligentes que, apenas, por estarem um pouquinho fora do vidro, são rotuladas de hiperativas, desatentas...

Um texto muito bom é a "Escola de vidro" de Ruth Rocha."