Como vocês "enxergam" o uso dos blogs como ambientes de aprendizagem? Ou será que precisamos de recursos mais robustos do tipo do moodle?
Abro parênteses.
Remexendo os rascunhos do Ufa!, resgatei essa provocação que a Miriam fez no grupo Seminário WebCurrículo (PUC-SP) e que havia guardado para responder mais tarde...
Se passaram quase três meses... ô tempo...
O mais punk foi encontrar a conversa que rolou por lá (Facebook)... perdida no limbo da enxurrada de conversas... isso que esse grupo nem é tão movimentado assim...
Fecho parênteses.
No TCC da especialização Tecnologias em Educação, apresentei um projeto fundamentado no uso de blogs, wikis e lista de discussão na formação inicial de professores (alunos do ensino médio - curso normal). A minha intenção era (é!) que os futuros professores vivenciassem, durante o curso, a autoria, a partilha e a troca de ideias, ampliando, dessa forma, a presença online.
O professor, que avaliou a apresentação, me perguntou se eu já havia pensado no moodle...
Não. Não havia pensado no moodle.
Primeiro, porque só usei o moodle como aluna... quer dizer, não sei sobre instalação, hospedagem e outras coisas... o pessoal diz que é bem intuitivo...
Ainda por cima, como aluna, minhas impressões não são muito boas: acho confusos os fóruns e o acesso me incomoda: em geral, os cursos são fechados. Quando abertos, a interação é escassa.
Ainda: o professor de educação infantil e de anos iniciais (formação em que atuo) vai usar o moodle com as crianças? ou para publicar os projetos que desenvolve? ou para partilhar as reflexões sobre as práticas?
Prefiro os blogs.
Já contei muitas vezes: comecei o Ufa! só para aprender a mexer na ferramenta (a parte mecânica da coisa!) e, depois, propor alguma atividade para os alunos. Achava que isso bastava para ser inovadora...
Mal sabia da minha pequena transgressão: uma professora virando blogueira, descobrindo a autoria e, o melhor, encontrando tanta parceria buena!
O permanente desafio é contaminar alunos e colegas, para que percebam a web não só como fonte de informação, mas como possibilidade de aprender junto com pessoas de outros lugares, numa conversa bacana em que se divulgam e partilham projetos, para serem debatidos, repensados, qualificados colaborativamente.
Quer dizer, essas pretensões cabem em blogs. :)
Quer dizer, essas pretensões cabem em blogs. :)
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No grupo de estudos que coordenei em 2011, no Elisa, há textos que me ajudam:
E há os textos dos amigos blogueiros que dizem melhor ainda:
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- Atualização 1
Nossas conversas estão muito bacanas! Enquanto eu publicava aqui, a Marli fazia o mesmo no Blogosfera Marli: 5 blogs que resistem à efemerização das conversas. :)
- Atualização 2
- Atualização 3
Blogo, logo existo!, desta vez é a Tatiane Martins qualificando o papo sobre a "efemerização das conversas".
(Em permanente construção!)
