4 de janeiro de 2014

"Turma da Mônica: Laços"


Quando menina, lia muito gibi -  Luluzinha, Bolinha, Riquinho, Pato Donald, Zé Carioca, Bronco, furacão de fraldas...

Lembro de uma amiga que colecionava essas revistinhas, mantendo-as impecáveis. Eram pilhas organizadas, limpas, completas (uma inveja!). E não nos emprestava.

As nossas,  lidas e relidas, perdiam as capas ou páginas, passavam de mão em mão!

Adulta, assinava a Turma da Mônica. Meu personagem favorito,  Chico Bento.

Nos últimos anos, o Tomás me reconduziu a essas histórias, ampliando as concepções e as estéticas.


  • "O Continente" (2005), HQ baseada no romance homônimo de Erico Verissimo e assinada por Carlos André Moreira (roteiro) e Gilmar Fraga (desenhos);
  • "O Alienista", de Machado de Assis, roteirizada e desenhada por  Fábio Moon e Gabriel Bá;
  • "Dom Quixote das crianças", de Monteiro Lobato (em quadrinhos);
  • "Dom Quixote", de Miguel de Cervantes, com arte de Caco Galhardo;
  • "Dom Quixote", com roteiro e ilustrações de Bira Dantas.
Sim, o cavaleiro andante, é o preferido! ;-)

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Ontem, li "Turma da Mônica: Laços", feita pelos irmãos Vitor Cafaggi e Lu Cafaggi,  do projeto Graphic MSP

Os primeiros laços, os familiares, são mostrados com uma delicadeza emocionante!

O momento em que o Cebolinha recebe o presente, abre a caixa, sob os olhares ternos do pai e da mãe, e encontra o Floquinho, uma bolinha de pelos - mais um laço se estabelece.



Em seguida,  um plano infalível... e a Mônica e o Sansão perseguem o Cebolinha - Peter Pan e o Cascão - Capitão Gancho. No trajeto pelas ruas do Bairro Limoeiro, alguns personagens são "citados" - Aninha, Titi, Cascuda, Xaveco, Xabéu...

Então, vem a notícia do sumiço do Floquinho... que destaca os laços de amizade entre as crianças.


Elas se unem para encontrar o cachorrinho, usando estratégias criativas, enfrentando uma turma de meninos provocadores...  


E os medos de uma noite no Parque das Andorinhas, espantados com histórias ao redor da fogueira - a ideia da circularidade, nossa ancestralidade africana. E uma bonita homenagem a Maurício de Souza!

É legal ficar apreciando cada quadrinho para "descobrir" algumas referências  - os brinquedos na estante, o quadro na parede (releitura d"O tocador de pífaro", de Manet) do quarto do Cebolinha, por exemplo.

E a cena das bicicletas?! Me vi no "E.T., o extraterrestre"!

Muito bom, também, acompanhar os primeiros encontros das crianças - laços em construção -  na escolinha...

Adoro ser surpreendida! E "Turma da Mônica: Laços" me surpreendeu!

Uma obra de uma belezura... encantadora!

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Agora, preciso muuuito ler "Chico Bento: pavor espaciar", de Gustavo Duarte.

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Atualização - 01/02/14

Li "Chico Bento: pavor espaciar"! Me encantei e escrevi aqui! :-)


22 de dezembro de 2013

Para 41 A: minhas/meus afilhad@s!



Senhoras, senhores, boa noite!

Queridas afilhadas e queridos afilhados! 

Nos encontramos em 2010. (Tá bem, ou 2009!).

Aos poucos, fomos construindo histórias.

11 A. 11 B.

21 A. 21 B.

31 A. 31 B.
Nada do que foi será
De novo do jeito que já foi um dia
Tudo passa
Tudo sempre passará *
É muito curioso como as turmas vão se inventando... assumindo características próprias.

Querem ver?

Quando falo em alegria, cantoria, a qual turma estou me referindo?

Não, não precisam responder...

E quando falo em criticidade, em debates?

Ah, e entusiasmo? E brilho nos olhos enquanto falam sobre os alunos?

Tão diferentes. Com tantas coisas em comum. Com tantas ideias incomuns!!!

E como
A vida vem em ondas
Como um mar
Num indo e vindo infinito
Em 2013, a 41 A.

Lembro de ter dito que não propor nenhuma dinâmica para aproximar as duas turmas que estavam, no início do ano, apenas, dividindo o mesmo espaço na escola.

Sim, era a 31 A para um lado e a 31 B para outro! 

E não é que a “vida” tratou de criar a 41 A?!

Para nossa alegria!
Tudo que se vê não é
Igual ao que a gente
Viu há um segundo
Tudo muda o tempo todo
No mundo
E aí foi uma avalanche de risos, choros, brigas, fofocas, amizades...

Como gentes que somos!
Não adianta fugir
Nem mentir
Pra si mesmo agora
É, agora, vocês estão aqui, professoras e professores!

Um momento muito especial para mim!

Pois convivemos durante quatro anos! Nunca eu tinha trabalhado tanto tempo com as mesmas turmas! 

E não é que gostei! Vocês me acolheram com generosidade!

A cada ano em que estava “escalada” para estar com vocês, pensava “ xiii, o que vou falar com as gurias e os guris... já foram tantas aulas...”

Mas não é que havia assunto que não acabava mais... tantas coisas para aprender, juntos!

Guardo umas passagens especiais que vão me acompanhar, permanecerão além de vocês... Lembram... 

... do “Olha a Suely , olha a Suely!” 

... dos aplausos... em Braile!

... do “Cala a boca!” “Não fala assim, tens que tratar bem teu colega, diz: cala a boquinha!”


... A literatura compartilhada com muito riso ou muito choro ou muita indignação, sempre com muita paixão!

...E a invasão poética!

... Nossas andanças na web, o grupo no Facebook, o Espichando a conversa... foram até objeto de pesquisa de mestrado, destaque no Portal do MEC notícia de jornal

... Ah! O inesquecível trenzinho que percorreu os corredores do Elisa: 
Tá na hora, tá na hora
Tá na hora de brincar *
São nossas tatuagens!
Nós
Somos quem podemos ser
Sonhos que podemos ter *
Construímos um caminho bacana!

É muito bom de fazer parte dele!

E todos os professores do curso normal, tenho certeza, assinam embaixo: sim, temos orgulho de ser colegas de vocês!

As crianças precisam de  professoras e professores como vocês – que acreditam no amor, na tolerância, na alegria, nos sonhos possíveis!!!

Sigam aprendendo com entusiasmo e lutando para que nossa profissão tenha o reconhecimento que merece!

19/12/13

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Aqui está a parte que a Luciana e eu fizemos juntas!


20 de dezembro de 2013

Das madrinhas para @s afilhad@s

Trago para guardar aqui uma das homenagens que a professora Luciana e eu fizemos  às/aos formand@s/2013, do Curso Normal, do Elisa - noss@s afilhad@s!

Suely: E por que somos do Curso Normal, e por que acreditamos na importância das atividades desafiadoras, lúdicas e prazerosas...

Além disso, temos certeza de que quem canta seus males espanta...

Vamos contar a nossa história no Elisa, cantando...

 

Luciana: Após muitas contagens regressivas...

Chegamos ao tão esperado dia – a formatura...




Suely: Passou tão depressa... será que lembramos do dia em que chegamos ao Elisa?




Luciana: Tantas caras diferentes, tantos jeitos, tantas manias...




Suely: Certamente, quando decidimos ser professoras ou professores...




Luciana: E quem nunca tinha pensado em seguir esta profissão...




Suely: E, felizes, comunicamos aos amigos: “Vou ser professora! Vou ser professor!”

A cara de espanto toma conta e logo vem a fala: “Ser professora/professor, com este salário??”




Luciana: Aulas, trabalhos, provas, projetos, planos, práticas... E o tempo foi passando...




Suely: É tempo do estágio final! Muitas dúvidas, muitas aflições... E todas as segundas-feiras, na reunião com a comissão...




Luciana: É claro, no meio estágio, pensamos em desistir, mas...




Suely: Após o plano 65 ou o plano 100...




Luciana: No entanto, percebemos que o estágio não se resume a contagem de dias, mas a partilha de vidas... vidas de que, hoje, sentimos falta...




Suely: De tudo fica a certeza: o mais importante é aprender e ensinar a amar...




Luciana: Como nos inspira o poeta Alceu Wamosy:

“ Já não serei tão só, nem irás tão sozinha.
Há de ficar comigo uma saudade tua…
Hás de levar contigo uma saudade minha…”

Queridas afilhadas e queridos afilhados! Sejam felizes!

Que Deus proteja a todos!





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Aqui está a minha fala! ;-)


24 de novembro de 2013

Encontro de estudos - parte 1

Amanhã (25/11/13) começam alguns encontros de estudo d@s professor@s do Curso Normal do Elisa; minha incumbência é compartilhar algumas reflexões  sobre o papel da área da linguagem nos anos inicias... Ou fazer o meio de campo entre alguns textos e @s colegas...

Resolvi escrever aqui...

Proposta de estudo sobre a aprendizagem da língua nos anos iniciais

Data: 25/11/13
Duração: 4h
Professora Suely Aymone
Participantes: professor@s do Curso Normal – Ensino Médio, Aproveitamento de estudos e Curso de Aplicação

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Texto 1:

Saberes sobre o objeto ou tema a ser ensinado
(...) as decisões relativas aos encaminhamentos didáticos pressupõem que o professor tenha saberes de diferentes naturezas. Se, por um lado, a tarefa de ensinar sempre irá exigir de nós um saber pedagógico mais amplo - que envolve conhecimentos sobre currículo, sobre a instituição escolar etc. - precisaremos, por outro lado, ter saberes bem específicos sobre os conteúdos curriculares.
(...) precisamos aprofundar continuamente os saberes que temos a respeito do objeto ou tema a ser ensinado (Como está estruturado? Que elementos ou partes o compõem? Que relações existem entre esses elementos?) e sobre o modo como o aprendiz concebe, progressivamente, esse objeto a ser ensinado (Que hipóteses a criança formula sobre ele? Que dificuldades ela deverá superar para que seu modo de conceber o objeto se aproxime, cada vez mais, da forma como é concebido por nós, adultos escolarizados?) ( trecho do livro  "Ortografia: ensinar e aprender", de Artur Gomes de Morais).
Hoje, nos debruçaremos sobre um objeto de ensino-aprendizagem: a língua.

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Texto 2:

Leitura deleite:

Desde o primeiro encontro do PNAIC, em que foi proposta a leitura deleite, me encantei pelo adjetivo  -"deleite" -, perfeito para caracterizar a leitura de textos literários...

Na página 29 do Caderno de Formação:
O momento da leitura deleite é sempre de prazer e reflexão sobre o que é lido, sem se preocupar com a questão formal da leitura. É ler para se divertir, sentir prazer, para refletir sobre a vida. Tal prática, no entanto, não exclui as situações em que se conversa sobre os textos, pois esse momento também é de prazer, além de ser de ampliação de saberes.
Então, começo com a leitura de um trecho da obra "Minhas férias, pula uma linha, parágrafo.", de Christiane Gribel, ilustrações de Orlando, para que a gente se delicie e converse sobre as provocações do texto... 
O primeiro dia de aula é o dia que eu mais gosto em segundo lugar. O que eu mais gosto em primeiro é o último, porque no dia seguinte chegam as férias.
Os dois são os melhores dias na escola porque a gente nem tem aula. No primeiro dia não dá para ter aula porque o nosso corpo está na escola, mas a nossa cabeça ainda está de férias. E no último, também não dá para ter aula porque o nosso corpo está na escola, mas a nossa cabeça já está nas férias.
Era o primeiro dia e era para ser a aula de português, mas não era porque todo mundo estava contando das férias. E como todo mundo queria contar mais do que ouvir, o barulho na classe estava mesmo ensurdecedor. O que explica o fato de ninguém ter escutado a professora gritando para a gente parar de gritar. Todo mundo estava bem surdo mesmo. Mas quando ela bateu com os livros em cima da mesa a nossa surdez passou e todo mundo olhou para ela.
Ela estava em pé, na frente do quadro-negro e ficou em silêncio, com uma cara bem brava, olhando para a gente.
Quando um professor está em silêncio com uma cara bem brava olhando para você, é melhor também ficar em silêncio com uma cara de sem graça olhando para um ponto qualquer que não seja a cara brava do professor.
A professora puxou a cadeira dela e se sentou.
Atrás dela, no quadro-negro, eu vi decretado o fim das nossas férias e o fim do nosso primeiro dia de aula sem aula. Estava escrito:

Redação: escrever 30 linhas sobre as férias.

Eu sabia que as férias de ninguém iam ser mais as mesmas na hora que virassem redação. É simples: férias é legal, redação é chato. Quando a gente transforma as nossas férias numa redação, elas não são mais as nossas férias, são a nossa redação. Perdem toda a graça.
Todo mundo tirou o caderno de dentro da mochila. Menos eu.
Eu fiquei olhando para aquela frase no quadro enquanto os zíperes e velcros das mochilas eram os únicos barulhos na sala. De repente as nossas férias ficaram silenciosas. Onde já se viu férias sem barulho?
Além do mais, eu tenho certeza de que a professora nem quer saber de verdade como foram as nossas férias. Ela quer só saber como é a nossa letra e se a gente tem jeito para escrever redação. Aqueles dois meses inteirinhos de despreocupações estavam prestes a virar 30 linhas de preocupações com acentos, vírgulas, parágrafos e ainda por cima com a letra ilegível depois de tanto tempo sem treino (p. 7-9).
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Texto 3: 

Resolução n° 7, de 14 de dezembro de 2010, do Conselho Nacional de Educação/Câmara de Educação Básica - Fixa Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Fundamental de 9 (nove) anos.

Art. 15 Os componentes curriculares obrigatórios do Ensino Fundamental serão assim organizados em relação às áreas de conhecimento:

I - Linguagens:

a) Língua Portuguesa;

b) Língua Materna, para populações indígenas;

c) Língua Estrangeira moderna;

d) Arte;

e) Educação Física;

II - Matemática;

III - Ciências da Natureza;

IV - Ciências Humanas:

a) História;

b) Geografia;

V - Ensino Religioso.

(Diretrizes para a Educação Básica)

Penso que, a partir dessa  organização dos componentes curriculares do Ensino Fundamental, em áreas do conhecimento, devemos repensar a elaboração dos projetos e planos de aula. Ou não?!

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Textos relacionados:

Encontro de estudos - parte 2
Encontro de estudos - parte 3
Encontro de estudos - parte 4
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Encontro de estudos - parte 7
Encontro de estudos - parte 8
Encontro de estudos - parte 9
Encontro de estudos - parte 10
Encontro de estudos - parte 12
Encontro de estudos - parte 13

23 de novembro de 2013

Encontro de estudos - parte 2

Texto 4:
As concepções de linguagem e de língua  determinam o que e como ensinar
O desafio é formar praticantes da leitura e da escrita e não apenas sujeitos que possam ‘decifrar’ o sistema de escrita (Délia Lerner).
Será que a forma como entendemos a linguagem e a língua interfere em nossas práticas?

No vídeo que segue, o professor Cláudio Bazzoni suscita reflexões interessantes, mostrando como as concepções de linguagem a partir de Vygotsky, de Bakhtin e da ideia de letramento devem nortear o trabalho com a língua.



Mais sobre as ideias de Lev Vygotsky (1896-1934):



Mais  sobre as ideias de Mikhail Bakhtin (1895-1975):
(...) a língua só existe em função do uso que locutores (quem fala ou escreve) e interlocutores (quem lê ou escuta) fazem dela em situações (prosaicas ou formais) de comunicação. O ensinar, o aprender e o empregar a linguagem passam necessariamente pelo sujeito, o agente das relações sociais e o responsável pela composição e pelo estilo dos discursos. Esse sujeito se vale do conhecimento de enunciados anteriores para formular suas falas e redigir seus textos. Além disso, um enunciado sempre é modulado pelo falante para o contexto social, histórico, cultural e ideológico (trecho do texto "Mikhail Bakhtin, o filósofo do diálogo").
Para complementar:
(...) A expressão não era mais vista como uma representação da realidade, mas o resultado das intenções de quem a produziu e o impacto que terá no receptor. O aluno passou a ser visto como sujeito ativo, e não um reprodutor de modelos, e atuante - em vez de ser passivo no momento de ler e escutar ( trecho do texto "O que ensinar em língua portuguesa").
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Texto 5:

Concepções que refletem as escolhas metodológicas
  • A língua é entendida - segundo Vigotski, Bakthin, Geraldi - como um processo de interação entre sujeitos que desempenham papéis sociais, ideologicamente situados num momento histórico, portanto, um sistema aberto, vivo, dinâmico. Daí, a importância de expor os alunos a diferentes textos e contextos de uso da linguagem, a fim de torná-los “poliglotas” na própria língua, capazes de usá-la nas diversas situações, respeitando e valorizando as variações, e fazendo as reflexões necessárias sobre a modalidade padrão (ou culta). 
  • A língua é um dos elementos de identidade de um povo e dos indivíduos.
  • Todas as áreas do conhecimento, todas as atividades da sociedade se relacionam com a linguagem. 
  • A função de professor de língua e literatura implica muita responsabilidade, pois a forma como o trabalho é encaminhado pode contribuir, por exemplo, para que o preconceito linguístico se fortaleça e, daí, a exclusão; ou para a “apropriação” da (s) língua (s).
  • A aprendizagem de língua dever servir para libertar (e não para aprisionar!). Deve focar na formação de leitores e de produtores de textos (e não em “especialistas” em gramática normativa!).
  • Esses pressupostos exigem o investimento na construção da autonomia dos alunos, assumindo a condição de autores, pesquisadores - criativos, críticos e reflexivos -, especialmente, em relação às questões dos usos da língua. 
Ou seja, o professor deve promover a aprendizagem, estimular o diálogo, provocar o surgimento de dúvidas, apoiar as reconstruções. Ao aluno, por sua vez, cabe uma postura ativa; interessado em compartilhar, criar, interagir para compreender.